Plastic pollution – water we doing? João Pedro Frias at TEDxFCTUNL 2013

João Pedro Frias é estudante de Doutoramento no Programa Doutoral em Ambiente FCT-UNL. Investigador na área de Microplasticos e efeitos de sua ingestão em organismos marinhos (Mytilus Sp.).

Realizou ainda um trabalho de identificação de micropartículas de plástico, presentes em amostras de plâncton recolhidas entre 2002 e 2008, com o intuito de identificar os tipos de polímeros através de micro-espectroscopia de infravermelho (μ-FTIR). Tem Mestrado Integrado em Engenharia do Ambiente no ramo de Engenharia Ecológica.

In the spirit of ideas worth spreading, TEDx is a program of local, self-organized events that bring people together to share a TED-like experience. At a TEDx event, TEDTalks video and live speakers combine to spark deep discussion and connection in a small group. These local, self-organized events are branded TEDx, where x = independently organized TED event. The TED Conference provides general guidance for the TEDx program, but individual TEDx events are self-organized.* (*Subject to certain rules and regulations)

Publicado em 21/11/2013
TEDxTalks

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Save the Anacostia River

The Earth Conservation Corps is a youth development and environmental restoration organization located in Southeast Washington DC, along the banks of the Anacostia River. The Youth Media Program uses video to document the work that Earth Conservation Corps members are doing to revitalize the River and the surrounding community. It also uses media to raise awareness about social and environmental issues that impact the young people in the community.

Portugal unido contra o lixo marinho

No próximo dia 25 de novembro será fundada a Associação Portuguesa do Lixo Marinho (APLM). Esta Associação é apoiada por um grupo diversificado de pessoas e instituições, incluindo o UNEP (United Nations Environment Programme).

© João Vianna

© João Vianna

Por Isabel Palma Raposo

A Associação Portuguesa do Lixo Marinho (APLM) será fundada no próximo dia 25 de novembro, em reunião que terá lugar na Agência Portuguesa do Ambiente. Esta associação é uma iniciativa de um grupo constituído por investigadores da Universidade Nova de Lisboa, da Universidade de Aveiro e da Universidade do Porto, por técnicos de diferentes entidades, como a Docapesca, EUCC – Coastal & Marine Union e Agência Portuguesa do Ambiente, I.P. e pela Global Garbage.

A APLM será uma entidade privada sem fins lucrativos cuja missão é a defesa e conservação do ambiente face aos impactes do lixo marinho. Pretende-se com esta associação reunir os esforços de diferentes stakeholders em Portugal, de forma a envolver todos nesta causa e desta forma contribuir, em conjunto, para a resolução deste problema.

As suas ações serão maioritariamente de informação, sensibilização e co-responsabilização, pelo que é fundamental ter uma rede de associados diversificada e representativa dos vários setores da sociedade.

A APLM tem como objetivos centralizar e disponibilizar informações sobre lixo marinho, prestar apoio técnico, promover e participar em ações de formação, sensibilização e educação ambiental dentro e fora do país, contribuir para as políticas públicas relacionadas com a temática e, cooperar com diferentes organismos, nacionais e internacionais, para potenciar soluções para os problemas ambientais relacionados com o lixo marinho.

A APLM foi apresentada na conferência Land-Ocean Connections (GLOC-2) organizada pelo UNEP, tendo conseguido o apoio desta instituição. É intenção da APLM integrar a GPLM – Global Partnership on Marine Litter, junto com países de Língua Oficial Portuguesa.

O lixo marinho é um problema global em crescimento que ameaça o meio marinho e o Homem. É urgente sensibilizar a população e os diferentes stakeholders para este problema assim como regular e gerir de forma mais sustentável o nosso meio marinho.

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Afogando os oceanos em plástico

Uma abordagem internacional é necessária para protegê-los de um desastre ambiental

Porto da Barra, Salvador, Bahia. © Bernardo Mussi de Almeida

Porto da Barra, Salvador, Bahia. © Bernardo Mussi de Almeida

Por Mark Gold e Cara Horowitz
Los Angeles Times
4 de novembro de 2013
Traduzido por Natalie Andreoli, Global Garbage Brasil

Você provavelmente já viu as imagens de golfinhos capturados em redes de pesca monofiladas abandonadas, ou de vastas áreas de lixo plástico flutuando em águas remotas do Pacífico, ou de tartarugas marinhas consumindo sacolas plásticas que se parecem notavelmente com um de seus alimentos favoritos: a água-viva. Ou talvez, depois de uma tempestade, você já andou em uma praia que se assemelhava a um aterro sanitário. Cerca de 20 milhões de toneladas de poluição de plástico entram nos oceanos a cada ano e isto está devastando o ambiente marinho.

O lixo plástico também é custoso. Somente na Costa Oeste dos EUA, de acordo com um estudo recente da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (“EPA” – Environmental Protection Agency), o custo para se limpar o lixo marinho chega a mais de US$ 13 por pessoa por ano. E pelo fato do plástico normalmente não se degradar no oceano, a poluição de hoje será um problema para muitas gerações que estão por vir.

Localmente, houve algumas histórias de sucesso. Graças aos requisitos ambientais estaduais e federais, a região de Los Angeles (EUA) instalou telas em mais de 50.000 caixas de águas pluviais, bem como suplementos que mantêm tudo, exceto os menores fragmentos plásticos, fora de rios locais, praias e baías. Além disso, a proibição de sacolas plásticas de uso único em um certo número de jurisdições locais reduziram o seu uso em dezenas de milhões de sacolas por ano. E as seguintes cidades da Califórnia (EUA): West Hollywood, Manhattan Beach, Santa Monica e Malibu proibiram as embalagens de isopor de uso único para alimentos. Todas estas medidas significam menos plástico indo parar no oceano localmente.

Em todo o estado, a legislação para proibir as sacolas plásticas falhou inúmeras vezes, devido aos esforços bem sucedidos do lobby de fabricantes de sacolas plásticas e outros, mas, no entanto, mais de 10 milhões de californianos vivem em cidades que as baniram. O State Water Resources Control Board (“Conselho de Controle de Recursos Hídricos do Estado”) vai lançar, em breve, uma política estadual de lixo que se baseia em medidas de controle de lixo bem sucedidas na área de Los Angeles.

Porém, precisamos de políticas muito mais abrangentes e a história, tanto nacionalmente quanto internacionalmente, ainda é sombria. O marco do ano passado, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável Rio+20 reconheceu o lixo marinho como um importante problema ambiental que o mundo deve enfrentar, e apelou para uma ação até 2025 para “alcançar reduções significativas no lixo marinho para evitar danos aos ambientes costeiros e marinhos.”

No entanto, um recente estudo da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA – University of California, Los Angeles) analisou dezenas de tratados, programas e políticas existentes em todo o mundo e achou todos eles severamente ineficazes. Em geral, os acordos internacionais bem intencionados impõem normas vagas ou voluntárias, exigem pouco ou nenhum monitoramento, são gravemente subfinanciados e difíceis de se aplicar. De fato, os pesquisadores da UCLA concluíram que não havia praticamente nenhum recurso sob o direito internacional para tratar a maioria do lixo marinho plástico em alto mar.

Mesmo o mais eficaz dos tratados em vigor, a Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição por Navios (MARPOL), tem enormes lacunas. Por exemplo, o tratado considera como exceções a perda acidental ou a eliminação de plástico por navios ou o escapamento de lixo decorrente de avarias sofridas pelos seus equipamentos, e deixa as decisões de cumprimento e penalidades para os estados, muitas vezes relutantes.

Para alcançar as reduções drásticas necessárias para conter a crise do lixo marinho plástico, precisamos de uma solução abrangente semelhante à do Protocolo de Montreal, um tratado internacional que reduziu drasticamente o uso global de CFCs (sigla para clorofluorcarbonos), que destroem a camada de ozônio. Um tratado eficaz deve incluir requisitos rigorosos de monitoramento, avaliação de conformidade de terceiros, mecanismos de financiamento e requisitos facilmente exigíveis com pesadas penalidades.

Um grande problema é que os tratados ambientais internacionais podem levar uma década ou mais para serem negociados. Nesse ínterim, portanto, os países interessados devem também implementar políticas e programas regionais, nacionais e locais para lidar com o lixo marinho plástico.

As ações possíveis podem incluir: a criação de um programa de certificação de produtos “amigos do oceano” (“ocean-friendly“); proibições regionais e nacionais sobre os tipos mais comuns e prejudiciais de lixo plástico; a expansão de programas que oferecem incentivos econômicos para os fabricantes gerenciarem os resíduos de plástico de forma sustentável; a criação e implementação de certificação e programas de rastreamento para operações de pesca e aquicultura; e o estabelecimento de fontes de financiamento para remediação do lixo marinho através de taxas de resgate de produtos e taxas de contêineres nos portos.

Nenhuma ação individual vai resolver a crise do lixo marinho plástico, mas a rápida implementação dessas políticas pode ter um enorme efeito positivo na redução de um problema ambiental crítico.

Mark Gold é diretor associado do Institute of the Environment and Sustainability (Instituto de Meio Ambiente e Sustentabilidade) da UCLA. Cara Horowitz é diretora-executiva do Emmett Center on Climate Change and the Environment (Centro Emmett sobre Mudanças Climáticas e Meio Ambiente) da Faculdade de Direito da UCLA.

Operação Praia Limpa Ilhabela

Operação Praia Limpa Ilhabela

Operação Praia Limpa Ilhabela

As pessoas estão começando a perceber como vêm tratando mal o nosso planeta, pelo uso excessivo dos recursos naturais, pela poluição e pelo descaso para com seus delicados ciclos naturais. Exemplo típico é o lixo jogado pela janela dos veículos e os resíduos “esquecidos” nas praias e cachoeiras.

Os banhistas e turistas que usufruem das praias de Ilhabela aumentam consideravelmente a produção de lixo, o que torna necessário uma atuação mais constante de campanhas de conscientização e educação ambiental.

A Operação Praia Limpa, é um projeto realizado com sucesso em Ilhabela há 3 anos consecutivos durante a temporada de Verão com diversas ações e campanhas de educação e conscientização ambiental, com apoio da Prefeitura Municipal de Ilhabela, patrocinadores que apoiam a causa e mídia da rede Vanguarda de Televisão.

O objetivo principal é de continuar envolvendo, incentivando e conscientizando os turistas, comunidade local e as crianças, sobre a importância de preservar e manter as praias, ruas e cachoeiras do Arquipélago limpas destinando corretamente o lixo e os resíduos sólidos para reciclagem. Proporcionando melhor qualidade de vida e de turismo no arquipélago, estamos reduzimos o despejo de lixo inadequado, impactos negativos e estéticos no município preservando o meio ambiente e a vida marinha. Considerando de suma importância a continuidade deste projeto, contamos com o patrocínio de empresas parceiras do meio ambiente. Lembrando que é uma oportunidade de publicidade e marketing sensacional para inserir sua marca no material promocional e mídia que envolve a campanha!!!

Início da Campanha: 30/12/2013
Término da Campanha: 05/03/2014

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Análise de política pública sobre lixo marinho em diferentes níveis governamentais

Lixo sem fim na praia do Bessa

© Jó de Lima

© Jó de Lima

Jó de Lima
Instagram

De um lado o que o ser humano faz com sua má educação. Lixo sem fim na praia do Bessa. Do outro a consequências. Segundo né falaram, chega a mais de trezentas tartarugas marinhas mortas desde julho apenas nesse trecho do litoral. Absurdo. Ou se impõe multas pesadas para os imbecis que frequentam essas praias, especialmente o trecho entre o iate clube e o Mag shopping ou a catástrofe vai continuar. Só eu já contei, com este, cinco animais dessa espécie, de grande porte, mortos por comerem lixo. Indignado. Se vc concorda, compartilha e se conhecer alguém da secretaria do meio ambiente, prefeitura, governo, imprensa, qualquer coisa, leva ao conhecimento porque ta virando o caos.

Filhote de golfinho é resgatado por pescadores e ‘agradece’ com salto

Mamífero estava preso em sacola plástica, em Praia Grande, SP.
Pescadores ajudaram o animal e depois o devolveram ao mar.

Pequeno golfinho 'agradece' a seus salvadores (Foto: Reprodução)

Pequeno golfinho ‘agradece’ a seus salvadores (Foto: Reprodução)

Do G1 Santos
16/11/2013 18h40

Um filhote de golfinho foi resgatado nesta sexta-feira (15) após ficar preso em uma sacola plástica próximo ao Forte Itaipu, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O mamífero foi localizado por pescadores que passavam pelo local.

Ao notarem que o pequeno golfinho se debatia, tentando se livrar de um objeto estranho, pescadores se aproximaram do animal e conseguiram puxá-lo com uma rede. Ao trazer o mamífero para dentro da embarcação, notaram que ele estava envolto em uma sacola de plástico e rapidamente o livraram da mesma.

Ao ser devolvido ao mar, entretanto, uma surpresa, o golfinho rapidamente deu um salto para fora da água, como em um gesto de agradecimento aos pescadores.

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Jornal Tribuna 2ª Edição – Família ajuda golfinho a se livrar de sacola plástica em Praia Grande (SP)
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Relatório da UCLA incita novo esforço de política global para enfrentar a crise do lixo plástico nos oceanos

Porto da Barra, Salvador, Bahia. © Bernardo Mussi de Almeida

Porto da Barra, Salvador, Bahia. © Bernardo Mussi de Almeida

Por Lauri Gavel
UCLA School of Law
29 de outubro de 2013
Traduzido por Natalie Andreoli, Global Garbage Brasil

O lixo plástico é um dos problemas mais importantes que os ambientes marinhos do mundo enfrentam. No entanto, na ausência de uma estratégia global coordenada, um número estimado de 20 milhões de toneladas de lixo plástico entra no oceano a cada ano.

Um novo relatório de autores do Centro Emmett da Faculdade de Direito da Universidade da Califórnia, Los Angeles (UCLA – University of California, Los Angeles, School of Law’s Emmett Center) sobre Mudanças Climáticas e Meio Ambiente e do Instituto de Meio Ambiente e Sustentabilidade da UCLA (UCLA’s Institute of the Environment and Sustainability) explora as origens e os impactos do lixo marinho plástico e oferece recomendações de políticas nacionais e internacionais para lidar com esses problemas crescentes – uma abordagem direcionada, multifacetada que visa proteger a vida selvagem oceânica, as águas costeiras, as economias costeiras e a saúde humana.

“Deter a Maré de Lixo Marinho Plástico: Uma Agenda de Ação Global” (“Stemming the Tide of Plastic Marine Litter: A Global Action Agenda“), o mais recente resumo do Centro Emmett publicado no Pritzker Environmental Law and Policy Brief (“Resumos de Política e Direito Ambiental Pritzer”, em português), documenta os efeitos devastadores do lixo marinho plástico, detalhando como o plástico forma uma grande parte do nosso fluxo de resíduos e, normalmente, não biodegrada ​​em ambientes marinhos. O lixo marinho plástico tem uma ampla gama de impactos ambientais e econômicos adversos, desde a morte de animais selvagens e recifes de corais degradados até bilhões de dólares em custos de limpeza, danos a embarcações marítimas e perda de receitas no turismo e na pesca. O resumo descreve a inadequação de mecanismos jurídicos internacionais existentes para resolver esta crise do lixo, convocando a comunidade mundial para desenvolver um novo tratado internacional e, ao mesmo tempo, incita ações imediatas para implementar soluções regionais e locais.

“O lixo marinho plástico é uma ameaça ambiental global crescente que impõe grandes custos econômicos à indústria e ao governo”, disse o co-autor do relatório Mark Gold, diretor associado do Instituto de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Institute of the Environment and Sustainability). A poluição marinha por plástico degrada-se lentamente e se espalhou para todos os cantos dos oceanos do mundo, desde ilhas remotas até o fundo do oceano. Meias medidas voluntárias não estão impedindo impactos globais devastadores para a vida marinha, a economia e a saúde pública. Embora não exista qualquer panaceia, identificamos as 10 melhores ações de prevenção da poluição de plástico que podem ser implementadas agora para começar a reduzir drasticamente o lixo marinho plástico”.

Em “Deter a Maré de Lixo Marinho Plástico” (“Stemming the Tide of Plastic Marine Litter“), os autores fazem uma revisão do universo de estudos, políticas e acordos internacionais relevantes para o problema e fornecem um conjunto de recomendações para alcançar reduções significativas no lixo marinho plástico. A lista “Top 10” (as 10 mais) das ações recomendadas no relatório inclui um novo tratado internacional com fortes mecanismos de monitoramento e fiscalização; ações de regulamentação nacionais e locais, como a proibição dos tipos mais comuns e prejudiciais de lixo plástico; programas de responsabilidade estendida ao produtor ; e a criação de um programa de certificação “amigo do oceano” (“ocean friendly“) para produtos plásticos.

“Devido à má gestão global do plástico estar impulsionando o crescente problema do lixo marinho, respostas políticas são necessárias em todos os níveis, desde a comunidade internacional das nações até as comunidades locais e nacionais”, disse a co-autora do relatório, Cara Horowitz, diretora-executiva do Centro Emmett sobre Mudanças Climáticas e Meio Ambiente (Emmett Center on Climate Change and the Environment). “Podemos agir agora para rapidamente aumentar as políticas e programas eficazes para tratar o lixo marinho plástico. E se espera que a colaboração internacional para reduzir o lixo plástico estabeleça uma base para uma cooperação mais ampla sobre outras questões importantes que afetam a saúde dos nossos oceanos”.

O lixo marinho plástico tem suas origens tanto em fontes terrestres como marinhas, desde esgotos não tratados, indústrias e fábricas, até navios e plataformas de petróleo e gás. Empurrado pelo movimento natural de ventos e correntes marinhas – muitas vezes por longas distâncias – o lixo está presente nos oceanos em todo o mundo, bem como nos sedimentos no fundo do mar e nas areias do litoral. Conforme as partículas quebram e se dispersam, elas têm uma grande variedade de consequências adversas ao meio ambiente, à saúde pública e à economia, com potencial para matar a vida selvagem, destruir os recursos naturais e prejudicar a cadeia alimentar.

Os periódicos “Pritzker Environmental Law and Policy Briefs” são publicados pela Faculdade de Direito da UCLA e pelo Centro Emmett sobre Mudanças Climáticas e Meio Ambiente em conjunto com pesquisadores de uma vasta gama de disciplinas acadêmicas e a ampla comunidade do direito ambiental. Eles são possíveis através de uma generosa doação feita por Anthony “Tony” Pritzker, sócio e co-fundador do grupo Pritzker. Os resumos fornecem análises de especialistas para aprofundar o diálogo público sobre as questões que afetam o meio ambiente. Todos os trabalhos da série estão disponíveis aqui.

A Faculdade de Direito da UCLA (UCLA School of Law), fundada em 1949, é a maior dentre as mais recentes faculdades de Direito no país e estabeleceu uma tradição de inovação em sua abordagem de ensino, pesquisa e bolsa de estudos. Com cerca de 100 professores e 1.100 alunos, a escola foi pioneira no ensino clínico, é líder em pesquisa e formação interdisciplinar, e está na vanguarda dos esforços para vincular a pesquisa aos seus efeitos sobre a sociedade e a profissão jurídica.