Gasto público do lixo marinho

Se todos os banhistas do Rio jogassem lixo na lixeira, seriam economizados R$ 2 milhões por ano

© Paula Giolito

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GOIS DE PAPEL
A coluna de hoje

Gasto público do lixo

Ainda inspirada na ação que desenvolveu em parceria com a ONG Rio Eu Amo Eu Cuido — de não recolher o lixo deixado na areia da praia durante o feriado do dia 20 —, a Comlurb fez uma conta.
Se todo mundo despejasse seu lixo nos 2.178 contêineres instalados nas areias da orla do Leme ao Pontal, a prefeitura iria economizar, por ano, R$ 2.083.392, dinheiro meu, seu, nosso.

Enviado por Ancelmo Gois – 23.01.2014 | 13h00m

2 ideias sobre “Gasto público do lixo marinho

  1. O desinteresse do brasileiro pelas coisas do Brasil é muito grande. Trat-se de uma indiferença INSUPORTÁVEL.

    Com referencia a recolhimento de dejetos nas praias, a única “ação” que pode abreviar muito é a presença de cooperativa de catadores, retirando dos cestos colocados pelas prefeituras e todo o material recolhido em caminhões da prefeitura, com ajuda dos cooperativados, ao final do dia.

    Assim, de forma inteligente, a DESCONSIDERAÇÃO de uns vai ajudar a necessidade de outros ( Catadores ) e as prefeituras vão executar as suas tarefas com eficiência.

    Uma questão que tem que ser resolvida, o mais breve possível, com ajuda das universidades ( centros de pesquisas) é a transformação do que foi recolhido.

    As cooperativas deve receber apoio, para terem centros de tratamento e transformação, prensando todo o material metálico ( latas de alumínio e aço ), transformando-os em matéria- prima para siderurgia ( unitizado a oferta de preço é maior) , toda a linha de plásticos, classificada, deve ser moída e ensacada. Isso também vai “agregar valor ao resíduo, transformando-o em matéria prima” . Papel e papelão, tudo na prensa classificado. Vidros e outros materiais, tem uma forma adequada de ser unitizado, quando colocado em ” grandes sacos de lona” que podem ser transportados por empilhadeiras ou muncks.

    O lixo brasileiro só vai sofrer uma TRANSFORMAÇÃO quando ganhar o caminho da EXPORTAÇÃO para os principais mercados de “sucata” espalhados pelo mundo afora.

    Quando os interesses econômicos “encostam” nos problemas, tudo tem solução.

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