ABLM disponibiliza dois documentos para consulta

© Global Garbage Brasil

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por Natalie Andreoli, da ABLM – Associação Brasileira do Lixo Marinho
27 de outubro de 2014

A Associação Brasileira do Lixo Marinho disponibiliza para consulta dois documentos que fazem parte da Cooperação Global Garbage – ABLM – GPA/UNEP.

A Versão Preliminar do Plano de Ação Niteroiense do Lixo Marinho foi elaborada por Barbara Franz¹ e Vinícius Pinheiro Palermo².

As Diretrizes do Programa Brasileiro de Monitoramento do Lixo Marinho foram elaboradas por Heidi Acampora* e Daiana Proença Bezerraª.

Os documentos estão disponíveis para download nos seguintes links:
www.ablm.org.br/Versao_Preliminar_Plano_de_Acao_Niteroiense_do_Lixo_Marinho.pdf
www.ablm.org.br/Diretrizes_do_Programa_Brasileiro_de_Monitoramento_do_Lixo_Marinho.pdf

As contribuições e sugestões fundamentadas deverão ser encaminhadas ao e-mail brasil@ablm.org.br até o dia 16 de novembro de 2014.


¹ Associada fundadora da ABLM. Graduada em Oceanologia (FURG, 2002), com mestrado em Geociências (UFF, 2004) e doutorado em Planejamento Ambiental (UFRJ, 2011). Título da tese de doutorado: O Lixo Flutuante em Regiões Metropolitanas Costeiras no Âmbito de Políticas Públicas: O Caso da Cidade do Rio de Janeiro.

² Associado fundador da ABLM. Graduado em Oceanografia (UERJ, 2005), com mestrado em Engenharia Ambiental (UERJ, 2014) e especialização em docência do ensino fundamental e médio e Psicopedagogia. Título da dissertação de mestrado: Contribuições para a construção de políticas públicas direcionadas à redução do lixo marinho em enseadas urbanas: estudo de caso na microbacia contribuinte do Canal de São Francisco e da Enseada de Jurujuba – Niterói/RJ.

* Associada fundadora da ABLM. Graduada em Ciências Biológicas (UNESA, 2006), com mestrado em Biodiversidade Marinha e Conservação (Ghent University, Bélgica, 2012), doutoranda em Ciências Marinhas, com foco em poluição marinha e ingestão de plástico por aves marinhas, espécies bênticas e tartarugas. Título da dissertação de mestrado: Assessing the Impacts of Plastic Ingestion by Short-tailed Shearwaters (Puffinus tenuirostris) in Northern Australia.

ª Associada efetiva da ABLM. Graduada em Ciências Biológicas (UENP, 2007), com mestrado em Ecologia e Conservação (UFPR, 2014). Título da dissertação de mestrado: Ingestão de resíduos sólidos por tartarugas-verdes (Chelonia mydas) em área de alimentação dentro de um mosaico de unidades de conservação no sul do estado de São Paulo, Brasil.

Praia de Icaraí volta a sofrer com lixo e afasta frequentadores

Limpeza diária da Clin não está dando conta dos detritos que chegam pelo mar. Trabalho é realizado duas vezes por dia na orla mas não está sendo suficiente

Companhia de Limpeza de Niterói informou que o lixo é trazido pela maré das praias do Rio de Janeiro. Foto: André Redlich

Companhia de Limpeza de Niterói informou que o lixo é trazido pela maré das praias do Rio de Janeiro. Foto: André Redlich

por Patrícia Vivas, do Jornal O Fluminense
23/04/2014

Moradores e frequentadores da praia de Icaraí, na Zona Sul de Niterói, puderam aproveitar a orla na manhã de ontem, pois a grande quantidade de sujeira que tomava conta do local tinha sido retirada. No entanto, à tarde, quem decidiu curtir o fim do dia na praia teve que voltar a driblar a sujeira. A maré trouxe novamente detritos para a areia.

A Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) informou que estes detritos atirados ao mar, geralmente nas praias do Rio de Janeiro, são trazidos pela maré para a orla das praias de Niterói, principalmente para a Praia de Icaraí.

A companhia disse, ainda, que a limpeza no local é realizada diariamente durante a noite com maquinários específicos e, durante o dia, uma equipe de garis fica responsável pela manutenção da limpeza no local.

Sujeira – No feriado, grande quantidade de lixo foi vista, principalmente entre as ruas Miguel de Frias e Álvares de Azevedo. Detritos como garrafas e copos plásticos foram trazidos pela maré. Os banhistas que foram à Praia de Icaraí tiveram que conviver com muito lixo e disputar espaço na areia com os urubus.

A secretária Maria de Fátima Silva, de 32 anos, levou os filhos para brincarem ontem pela manhã na praia. No entanto, na segunda-feira ela teve que voltar para casa por conta do lixo que tinha no local.

“Sempre trago meus filhos para jogarem bola na areia da praia. Ainda bem que hoje ela está mais limpa, porque ontem tive que desistir e voltar para casa. Fiquei com medo deles se machucarem nos detritos”, afirmou a secretária.

A aposentada Linda Gomes também reclamou que não está conseguindo fazer sua caminhada diária.

“Gosto de andar na areia, mas do jeito que está não dá”, disse.

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Enquanto praias da Região Oceânica tiveram grande procura no feriado, Zona Sul de Niterói ficou vazia devido à sujeira. Quantidade de lixo na areia afastou frequentadores

Durante a sua corrida diária, o militar Emilio Augusto teve que driblar os urubus e tomar cuidado com o lixo na areia. Foto: Marcelo Feitosa

Durante a sua corrida diária, o militar Emilio Augusto teve que driblar os urubus e tomar cuidado com o lixo na areia. Foto: Marcelo Feitosa

por Igor Mello e Patrícia Vivas, do Jornal O Fluminense
21/04/2014

Quem tentou tomar banho de mar na Zona Sul de Niterói foi surpreendido pela sujeira que tomou conta da orla e chegou até a areia. Os banhistas que foram à praia de Icaraí, durante a tarde de ontem, por exemplo, tiveram que conviver com muito lixo e disputar espaço na areia com os urubus.

A maior concentração de lixo foi vista entre as ruas Miguel de Frias e Alvares de Azevedo. Uma grande quantidade de detritos, como garrafas e copos plásticos, foram trazidos pela maré. A enfermeira Carolina Hipolito, de 35 anos, desistiu de deixar os três filhos tomarem banho no local e pretendia rumar para Camboinhas, na Região Oceânica.

“Eu não costumo vir para Icaraí. É a primeira vez que trago eles e estou apavorada com a quantidade de sujeira. Sempre evitei porque falam que a praia é suja, mas agora está pior que nunca. Com essa água imunda não confio de deixar eles tomarem banho”, afirmou a enfermeira.

O militar da reserva Emilio Augusto, de 50 anos, tentou driblar os urubus e o lixo para manter o hábito de correr diariamente nas areias de Icaraí. Segundo ele, que é morador do Centro, a quantidade de detritos oferece risco inclusive à saúde dos frequentadores.

“Quem garante que no meio desse lixo não tem uma seringa usada, por exemplo? As autoridades dizem que Icaraí é a Princesinha do Mar de Niterói. Se querem comparar com Copacabana, deveriam dar tratamento parecido. Falta limpeza e infraestrutura aqui”, critica, lembrando da ausência de banheiros e de um posto para os salva-vidas.

Durante a tarde, nenhuma equipe da Companhia de Limpeza de Niterói (Clin) foi vista no local para tentar resolver o problema da sujeira na areia da praia de Icaraí.

Movimentação – As praias da Região Oceânica de Niterói ficaram cheias no feriado de Tiradentes, mesmo com o tempo instável. Em Camboinhas, o movimento não foi tão grande durante o feriadão, mas na praia e prainha de Itacoatiara era possível encontrar os moradores da cidade aproveitando os últimos dias de folga.

De acordo com o proprietário do quiosque “Camboinhas, lá vou eu de novo”, Jader Lucena, de 57 anos, o tempo instável não foi a favor de quem queria aproveitar a praia nesse feriadão.

“O movimento foi fraco, mas dentro da normalidade do tempo que não ajudou. Além disso, muita gente viajou já que foram muitos dias livres seguidos. Mas mesmo assim a praia não ficou completamente vazia, teve gente que veio mesmo com o tempo esquisito. Eu mesmo se não fosse comerciante já estaria aproveitando a praia”, comentou.

Já na praia e prainha de Itacoatiara, o movimento foi bom durante o feriado. Na manhã de ontem, muitas famílias ocuparam a areia da praia. Foi o caso do administrador Alex Gomes, de 37, que voltou de viagem no domingo e decidiu aproveitar os últimos dias de feriado na praia com a família.

“Mesmo sem muito sol, dá pra aproveitar uma praia. Nós voltamos de viagem ontem (domingo) e temos até quarta-feira para curtir o mar”, disse.

O vendedor Guido Pimentel, de 50, relatou que, embora o tempo estivesse ruim, muita gente aproveitou para curtir a praia.

“O movimento não foi grande como deveria ser para um feriadão, até porque é final de mês, a população também viajou, mas ainda assim deu para aproveitar”, contou.

Tempo – Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nesta terça e quarta-feira, últimos dias do feriado prolongado, a possibilidade de chover chega a 90% e até trovoadas devem ocorrer a qualquer hora do dia.

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Frequentadores da praia de Icaraí, em Niterói (RJ), tiveram que compartilhar a areia com muito lixo

© Sandro Vox/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

© Sandro Vox/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

5.jan.2014 – Frequentadores da praia de Icaraí, em Niterói (RJ), tiveram que compartilhar a areia com muito lixo, neste domingo (5), no encerramento da semana do Réveillon

UOL Notícias

Lixo também invade a Praia das Flechas, na Zona Sul da cidade

De acordo com a Companhia de Limpeza de Niterói (Clin), a limpeza é realizada diariamente, tanto na parte da manhã quanto à noite e caso é atípico

Lixo também invade a Praia das Flechas. Foto: Evelen Gouvêa

Lixo também invade a Praia das Flechas. Foto: Evelen Gouvêa

Por: Rafael Lopes 22/01/2014
O Fluminense

Após a areia da Praia de Icaraí amanhecer tomada de lixo, no último domingo, ontem foi a vez da Praia das Flechas ficar tomada por detritos. De acordo com a Companhia de Limpeza de Niterói (Clin), a limpeza é realizada diariamente, tanto na parte da manhã quanto à noite. Diz ainda que o que vem ocorrendo é que uma grande quantidade de lixo vem sendo trazida pela maré até a orla das praias da cidade, por conta disso, as equipes de limpeza realizam o trabalho de “enxugar gelo”. Ainda de acordo com a Clin, os funcionários limpam tudo e logo depois a maré traz mais detritos para a areia.

Mesmo assim, quem esteve no local não escondeu a surpresa de ver um dos cartões-postais da cidade totalmente invadido por lixo, tendo ao fundo o Museu de Arte Contemporânea (MAC). O instrutor de autoescola Kleber Leite, de 39 anos, disse que pesca no mesmo ponto há dez anos, lamentando a cena que é frequente, mas dessa vez a situação está pior.

“Quando a correnteza está baixa aqui, sempre traz lixo. Hoje não peguei nada, na verdade estou me arriscando a entrar na água no estado em que se encontra. Antigamente existia um barco que passava toda manhã, com uma rede arrastão, para retirar a sujeira d’água”, lembrou o pescador enquanto puxava de seu molinete não um peixe, mas um saco plástico.

Recolhimento – No último domingo, de acordo com a Clin, foram retiradas 14,65 toneladas de lixo das areias das praias de Niterói. Na segunda-feira foram recolhidas 8,80 toneladas das areias.

Cartão postal de Niterói tomado por muito lixo e mau cheiro

Banhistas dividiram o espaço com a sujeira e urubus. O mau cheiro também chamava a atenção de quem passava pelo local e tentava aproveitar o domingo de sol na orla

Adultos e crianças se banhavam e brincavam na água sem se incomodar com o lixo e a balneabilidade. Fotos do leitor Paulo Mariano

Adultos e crianças se banhavam e brincavam na água sem se incomodar com o lixo e a balneabilidade. Fotos do leitor Paulo Mariano

Por: Igor Mello 21/01/2014
O Fluminense

Em pleno domingo, um dos dias de maior movimento na orla da cidade, o frequentador que tentou tomar banho de mar durante a tarde na Praia de Icaraí teve que conviver com muito lixo, urubus e até uma tartaruga morta.

De acordo com Paulo Mariano, que é fotógrafo amador nas horas vagas, o mau cheiro e a grande quantidade de lixo fizeram com que ele mudasse o roteiro que fazia no último domingo.
“Eu estava indo até o Parque da Cidade para fazer alguma fotos do pôr do sol, quando passei pela Praia de Icaraí por volta das 16h e decidi registrar aquela grande quantidade de sujeira. O mau cheiro estava chamando muita atenção e não havia nenhum funcionário da Clin (Companhia de Limpeza de Niterói) cuidando do lixo”, afirmou.

Até mesmo uma tartaruga morta estava abandonada nas areias da orla, segundo Mariano. De acordo com a Clin, no entanto, o esquema de limpeza para a região, realizado diariamente, é suficiente para manter a praia limpa e o fenômeno é atípico. Ao todo, foram retiradas de toda a orla niteroiense mais de 14 toneladas de detritos. No começo da noite de ontem, por volta das 18h30, a reportagem de O FLUMINENSE flagrou situação bastante semelhante em Icaraí, inclusive com a presença de muitos urubus na areia.
“Em razão das chuvas nos últimos dias, uma grande quantidade de lixo que é trazido pela maré tem chegado até a orla da Praia de Icaraí e Praia das Flechas. Na manhã do último domingo, funcionários do órgão realizaram a limpeza do local. Durante o período da tarde, o trabalho continuou, inclusive com a utilização de maquinários próprios para o recolhimento de resíduos na areia, até as 16h. À noite, a partir das 22h, a limpeza foi realizada normalmente pela equipe da Econit”, informou a companhia de limpeza por meio de nota.

Orientação – O leitor ainda destacou a falta de orientação para os frequentadores, inclusive crianças, que transitavam em meio ao lixo e nadavam na água, mesmo com o mau cheiro acentuado.
“Não tinha nenhuma placa informando sobre a qualidade da água em Icaraí”, relatou o fotógrafo.
A Prefeitura de Niterói, contudo, diz que tanto em Icaraí quanto na Praia das Flexas estavam disponíveis informações no calçadão:
“Em relação ao banho de mar, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Sustentabilidade disponibiliza ao longo do calçadão das praias das Flechas e Icaraí placas indicando se o banho está recomendado ou não”, garantiu a Prefeitura.

Dez ecobarcos vão retirar lixo flutuante da baía até 2016

Projeto custará R$ 3,1 milhões só no ano que vem

Foto: Rodrigo Thome/2olhares.com

Foto: Rodrigo Thome/2olhares.com

Emanuel Alencar
Jornal O Globo
16/11/13 – 5h00

RIO – O governo do estado está licitando a contratação de dez ecobarcos que vão coletar o lixo flutuante da Baía de Guanabara até 2016. O investimento estimado é de R$ 3,13 milhões somente no ano que vem, com recursos do Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam). Conforme noticiou Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO, será escolhida a empresa que apresentar a proposta com menor preço.

A Baía de Guanabara, que recebe diariamente em média 100 toneladas de lixo flutuante, será palco de competições de vela durante as Olimpíadas. O material que chega ao ecossistema é levado pelos rios que cortam a Região Metropolitana do Rio, segundo o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Atualmente, o órgão possui somente um barco de fiscalização para reprimir crimes ambientais na Baía.

— A expectativa é que os barcos iniciem a operação já no verão do ano que vem. Estamos estudando alternativas para os pontos de escoamento dos resíduos. A ideia é que o catador já separe o material reciclável no barco. Há, de fato, reclamação de velejadores com a quantidade de lixo flutuante, embora a situação tenha melhorado com as ecobarreiras. Hoje, são dez no entorno da Baía — diz Gelson Serva, coordenador executivo do Programa de Saneamento da Baía de Guanabara (Psam) da Secretaria estadual do Ambiente.

Serva explica que a secretaria optou por não fazer o contrato inicial por prazo de três anos, por questão de prudência. Assim, em 2014, será feita uma avaliação do programa. O governo do estado também deve licitar, ainda este ano, a reforma das ecobarreiras e a construção de outras oito: duas em Niterói, duas em São Gonçalo, duas em Duque de Caxias e duas na capital.

Um site sobre despoluição

A Secretaria do Ambiente já colocou no ar o site Guanabara Limpa, onde é possível acompanhar as ações do governo que visam à despoluição da Baía de Guanabara, um dos mais importantes cartões-postais da cidade. No site, no entanto, ainda não é possível companhar o andamento das obras em tempo real, uma promessa recente do secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc. O monitoramento da qualidade das águas da Baía também não está disponível.

A iniciativa de contratação de barcos para coletar lixo na Baía de Guanabara não é nova. Há dez anos, a Secretaria municipal de Meio Ambiente anunciava o programa Eco Baía. Um barco e dois botes de alumínio faziam a limpeza dos canais do Fundão e do Cunha. O material era recolhido e levado para o Complexo do Maré, onde era separado e encaminhado para a indústria recicladora. O projeto acabou sendo abandonado.

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Divulgação

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Por Ancelmo Gois
O Globo

Este é o modelo das dez barcas que serão usadas para coletar lixo flutuante da Baía de Guanabara. A Secretaria estadual do Ambiente do governo Cabral licita, dia 28 agora, o serviço de operação delas, que custará em torno de R$ 3,5 milhões. Com isso, poderá dobrar a capacidade de coleta de lixo na baía, que hoje é de 15 toneladas por dia e já conta com a ajuda de dez ecobarreiras e catadores de cooperativas. Aliás, em dezembro, será licitada a compra de mais oito ecobarreiras. O secretário Carlos Minc está confiante de que, nos Jogos de 2016, a baía terá condições de receber as regatas, mas alerta: “A população também precisa fazer sua parte.” É que, segundo ele, nove milhões de pessoas ainda jogam lixo nos rios que desembocam nas águas da Guanabara. Na verdade, o Comitê Olímpico ainda duvida se a baía estará limpa nos Jogos. Vamos torcer, vamos cobrar

15.11.2013 | 12h50m
Ancelmo.com: blog do colunista do jornal O Globo

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